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Mostrando postagens de Setembro 6, 2015

Depois da Bienal...

Aproveitei o fim de semana prolongado de 7 de setembro para visitar o Rio de Janeiro e passar uma tarde na Bienal Internacional do Livro, onde a Editora Draco lançava dois títulos meus, Tempos de Fúria e Flores do Jardim de Balaur. Aproveitei para ver os livros, cheirá-los, admirar o trabalho gráfico -- e me embasbacar, pela enésima vez, com esse fenômeno para mim inexplicável: o do autor que atrai leitores.

Não, não vou ficar choramingando que não tenho leitores. Primeiro, porque isso seria um enorme desrespeito para com os leitores que, de fato, tenho. Sei que vocês estão aí, pessoal! E agradeço muito o apoio. Além disso, se não tivesse leitores, nenhum editor seria idiota de enterrar capital nas coisas que escrevo.

Mas meus leitores têm uma característica particular: são reticentes, reservados. Não aparecem muito. Compram os livros, sim, lá no ritmo deles, votam em mim nos prêmios, até comentam alguma coisa (por exemplo, neste fantástico podcast). Desconfio -- se isso vai soar pret…

Há três trilhões de árvores no mundo; antes de nós, havia o dobro

O primeiro censo global de florestas indica que existem 3 trilhões de árvores no mundo, cerca de 400 árvores para cada ser humano vivo, de acordo com artigo publicado na revista Nature. O número pode parecer grande, mas os autores do levantamento, baseado em uma série de mais de 400 mil medições de densidades de florestas, estimam que mais de 15 milhões de árvores são cortadas a cada ano, e que a população total de árvores do planeta caiu em 46% desde o início da civilização. Leia mais no Telescópio.