segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Evolução parece premiar quem coopera

Traição e perfídia são estratégias condenadas ao fracasso – no longo prazo. A conclusão, que pode produzir alguns suspiros de alívio (ao menos em quem não for cínico o bastante para se lembrar da frase de John Maynard Keynes, “no longo prazo estaremos todos mortos”), aparece não num trabalho de filosofia, mas de biologia evolutiva, publicado em 1° de agosto no periódico online Nature Communications, do grupo Nature. Os autores, da Universidade Estadual de Michigan, debruçaram-se sobre um surpreendente resultado da Teoria dos Jogos, divulgado em 2012. O teorema apresentado ano passado demonstrava a existência de uma família de estratégias bem-sucedidas, baseadas em traição e extorsão, para o jogo conhecido como Dilema do Prisioneiro. (o resto você lê na coluna Telescópio, do Jornal da Unicamp).

É possível ver o 'paraíso' através de um coma?

O livro Uma Prova do Céu (Sextante), do neurologista americano Eben Alexander III, está há algumas semanas nas listas dos mais vendidos de não-ficção, aqui no Brasil, e tem feito uma bela carreira de best-seller no exterior, também. Alexander tornou-se figura fácil em talkshows e no circuito de palestras nos Estados Unidos. (Continua no site da Galileu.)